terça-feira, 18 de maio de 2010




(...) fumamos o charro em silêncio, rimo-nos um bocado e fumamos outro. Depois um bongo, porque tinha que ser. E depois a erva, verde e forte. Cinco minutos depois, senti-me estranhamente leve e relaxada num crescendo alucinate, orgásmico, culminado com aquele flash de luz branca. Tinha-me encontrado de novo.

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